Continuous City
PortugalNúmeros e factos
Créditos
Arquitetura: Bruna Serralheiro
Continuous City & Push Pop House imagina uma cidade concentrada e linear, implantada no meio de uma floresta e rodeada de vegetação. A cidade é feita de cinco camadas translúcidas, ou "lâminas", que a tornam luminosa e permeável. Cada lâmina acolhe uma das partes sem as quais não há cidade: os transportes, o trabalho e a investigação, o comércio, o lazer e a cultura, e a habitação.
A proposta organiza-se em quatro níveis principais. Ao nível do solo fica o parque urbano, que dá acesso a todos os espaços, com passeios, ciclovias e hortas coletivas no meio da floresta. Por cima, três ruas suspensas dão a cada nível uma função própria: a primeira liga o núcleo de transportes ao trabalho e à investigação, a segunda liga todas as lâminas entre si, e a mais alta une o comércio e o lazer à habitação. Uma estrutura de transportes com três linhas elétricas serve as viagens curtas, médias e longas ao longo de toda a cidade.
Inserida na lâmina da habitação, a Push Pop House dá aos seus habitantes a liberdade de transformar a casa. Tal como o doce que lhe dá o nome, cada piso funciona como uma gaveta que sai ou recolhe consoante as necessidades de quem lá vive, aumentando ou reduzindo a casa e transformando-a por dentro e por fora. O mobiliário é embutido nos pavimentos e nos tetos, para que estes espaços se possam mover mecanicamente.












